{"id":13,"date":"2017-04-08T21:47:22","date_gmt":"2017-04-09T00:47:22","guid":{"rendered":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/?page_id=13"},"modified":"2021-05-12T14:21:41","modified_gmt":"2021-05-12T17:21:41","slug":"a-cidade","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/a-cidade\/","title":{"rendered":"A Cidade"},"content":{"rendered":"<h5>S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra &#8211; segundo o <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%A3o_Louren%C3%A7o_da_Serra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">WikiPedia<\/a><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra \u00e9 um munic\u00edpio do estado de S\u00e3o Paulo, na Microrregi\u00e3o de Itapecerica da Serra, Zona Sudoeste da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo e ao Vale do Ribeira.[6] A popula\u00e7\u00e3o estimada em 2016 era de 18.852 habitantes e a \u00e1rea \u00e9 de 187 km\u00b2, o que resulta numa densidade demogr\u00e1fica de 72,97 hab\/km\u00b2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Clima<\/strong><br \/>\nO clima do munic\u00edpio, como em toda a Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo, \u00e9 subtropical. Ver\u00e3o pouco quente e chuvoso. Inverno ameno e subseco. A m\u00e9dia de temperatura anual gira em torno dos 18C\u00ba, sendo o m\u00eas mais frio Julho (M\u00e9dia de 14 \u00b0C) e o mais quente Fevereiro (M\u00e9dia de 22 \u00b0C). O \u00edndice pluviom\u00e9trico anual fica em torno de 1.400 mm. As temperaturas podem atingir m\u00ednimas pr\u00f3ximas a zero grau nos meses de junho\/julho, com forma\u00e7\u00e3o de geada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-372 size-medium\" src=\"http:\/\/saolourencofacil.com.br\/guia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/manaca-da-serra-200x113.jpg\" alt=\"Manaca da Serra - S\u00e3o Louren\u00e7o F\u00e1cil\" width=\"200\" height=\"113\" \/>A flora nativa, riqu\u00edssima e sob enorme amea\u00e7a, \u00e9 composta pela chamada Mata Atl\u00e2ntica, com ip\u00eas, bambus, cedros, imbuias e, principalmente, os manac\u00e1s-da-serra (Tibuchina mutabilis; Fam\u00edlia Melastomataceae) com flores de in\u00edcio alvas que chegam ao lil\u00e1s em tr\u00eas dias, sem perfume. Nas \u00e1reas mais degradadas resistem as palmeiras Syagrus romanzoffiana que produzem coquinhos comidos por p\u00e1ssaros e mam\u00edferos. <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-374 size-medium\" src=\"http:\/\/saolourencofacil.com.br\/guia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/jeriv\u00e1-120x150.jpg\" alt=\"Jeriv\u00e1 - S\u00e3o Louren\u00e7o F\u00e1cil\" width=\"120\" height=\"150\" \/><br \/>\nEssas esp\u00e9cies s\u00e3o ocupadas por um sem n\u00famero de orqu\u00eddeas, sendo provavelmente a mais comum e conhecida a Chuva de Ouro, Oncidium, largamente extra\u00edda pelos antigos caboclos, para venda nas estradas e nas feiras de Santo Amaro, SP. Esp\u00e9cies ex\u00f3ticas, como eucaliptos e pinus de muitas variedades ocupam as partes mais pr\u00f3ximas \u00e0s rodovias. O bambu Dendrocalamus giganteus, de origem asi\u00e1tica e introduzido pelos portugueses aparece em muitas das propriedades do munic\u00edpio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Limites<\/strong><br \/>\nSeus limites s\u00e3o Cotia a noroeste e norte, Itapecerica da Serra a norte, Embu-Gua\u00e7u a leste, Juquitiba a sudoeste e Ibi\u00fana a oeste, tamb\u00e9m inclui-se a regi\u00e3o do Vale do Ribeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fauna<\/strong><br \/>\n<img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-368 size-medium\" src=\"http:\/\/saolourencofacil.com.br\/guia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/rato-da-taquara-200x150.jpg\" alt=\"Rato da Taquara - S\u00e3o Louren\u00e7o F\u00e1cil\" width=\"200\" height=\"150\" \/>Na fauna, aparecem animais pequenos e furtivos como o rato-da-taquara (Kannabateomys amblyonyx), um mam\u00edfero da ordem dos roedores e da fam\u00edlia Echimyidae. Apesar do nome popular, ele n\u00e3o \u00e9 exatamente um rato, como o rato comum, encontrado nas casas, e outros roedores da fam\u00edlia Muridae. Tanto que, em ingl\u00eas, os equimi\u00eddeos s\u00e3o chamados de rat-like rodents (roedores semelhantes a ratos), j\u00e1 que pertencem a outro grupo taxon\u00f4mico: ao contr\u00e1rio dos ratos de casas, pertencentes \u00e0 subordem dos Myomorpha, o rato-da-taquara figura na subordem Caviomorpha, a mesma de capivaras, pacas e pre\u00e1s. Tal animal foi anotado pela primeira vez em 1997, pelo bi\u00f3logo Bruno Luiz Bonf\u00e1, morador do munic\u00edpio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se faz presente tamb\u00e9m o esquilo Caxinguel\u00ea ou Serelepe, chamado pelos \u00edndios de Acutipuru que significa Cotia Enfeitada. <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-370 size-medium\" src=\"http:\/\/saolourencofacil.com.br\/guia\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/caxinguele-150x150.jpg\" alt=\"Caxinguel\u00ea - S\u00e3o Louren\u00e7o F\u00e1cil\" width=\"150\" height=\"150\" \/>Os escravos vindos da \u00c1frica deram a ele o nome de Caxinguel\u00ea, que significa Bicho Pequeno, e este tornou-se seu nome mais comum, al\u00e9m de outro, que \u00e9 Serelepe. Embora seja um ilustre desconhecido da maioria das pessoas, \u00e9 muito comum em todo litoral em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica. Sendo muito discreto, passa despercebido na maioria das vezes. O ninho do Serelepe \u00e9 um buraco no tronco da \u00e1rvore. Ao contr\u00e1rio do esquilo Norte Americano, o brasileiro nunca hiberna. A f\u00eamea quando muda de casa, muitas vezes carrega os filhotes cuidadosamente pela pele do pesco\u00e7o. Na sua dieta est\u00e3o os duros coquinhos da palmeira Syagrus romanzoffiana, muito comum na regi\u00e3o, cujo nome popular \u00e9 jeriv\u00e1. \u00c9 animal protegido por Lei, qualquer tentativa de captura \u00e9 considerada crime ambiental apenado com severidade. Poderia ser o animal s\u00edmbolo do munic\u00edpio de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--nextpage--><\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra &#8211; segundo o <a href=\"http:\/\/cod.ibge.gov.br\/9LL\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">IBGE<\/a><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gent\u00edlico:<\/strong> s\u00e3o-lourensano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hist\u00f3rico:<\/strong><br \/>\nA hist\u00f3ria de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra tem in\u00edcio no s\u00e9culo XVIII, \u00e9poca do Brasil col\u00f4nia e do movimento das bandeiras que desbravavam os sert\u00f5es em busca de ouro, pedras preciosas e \u00edndios para escravizar. Os bandeirantes seguiam sempre os caminhos fluviais que permitia ligar o norte ao sul e o leste ao oeste, e deixavam caminhos abertos para jesu\u00edtas e colonos formarem aldeias. A partir de agosto e setembro de 1562, respectivamente, foram instalados na regi\u00e3o os postos de Embu e Itapecerica.<br \/>\nO n\u00facleo de popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena aumentou muito com a vinda dos \u00edndios da aldeia Carapicu\u00edba, trazidos por Afonso Sardinha e doutrinados por Belchior de Pontes. Seguindo o rastro dos bandeirantes, chegaram os jesu\u00edtas que iniciaram com os \u00edndios o trabalho de catequiza\u00e7\u00e3o e o ensino da t\u00e9cnica do plantio. Esse lugar, hoje, \u00e9 a divisa de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra com Itapecerica da Serra, bairro chamado &#8220;Aldeinha&#8221;.<br \/>\nEm meados de s\u00e9culo XIX, chegaram \u00e0 regi\u00e3o dois ca\u00e7adores, Manoel Soares de Borba e Manoel Mendes Rodrigues, que encontraram jesu\u00edtas e uma capela constru\u00edda em honra de S\u00e3o Louren\u00e7o no local da antiga aldeia abandonada por seus colonos em virtude da febre do ouro.<br \/>\nA terra era boa para a lavoura e para as pastagens e os dois resolveram, se estabelecer com suas fam\u00edlias e dividiram as terras entre si. Passaram a cultivar milho, feij\u00e3o, cana-de-a\u00e7\u00facar e mandioca, fizeram um pomar e constru\u00edram uma moenda para produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar preto e um monjolo. Iniciaram a cria\u00e7\u00e3o de gado leiteiro, de porco, de galinhas e de cavalos e ampliaram de tal forma as possibilidades de vida daquele lugar, que precisaram buscar parentes e amigos para se estabelecerem em lotes doados e construir novas casas.<br \/>\nO vilarejo crescia e tornou-se necess\u00e1rio aumentar tamb\u00e9m seu campo de trabalho. Partiram, ent\u00e3o, para a produ\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio do carv\u00e3o, levado para Santo Amaro com outras mercadorias e trocadas por caf\u00e9, arroz, a\u00e7\u00facar, sal, rem\u00e9dios e tecidos. Com o passar do tempo, as duas fazendas originais foram se transformando em um vilarejo inicialmente chamado &#8220;Vilarejo dos Borbas&#8221;. Depois, seu nome foi mudado para Bairro de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra.<br \/>\nNessa \u00e9poca j\u00e1 havia uma estrada que vinha de Itapecerica, passava pela &#8220;Aldeinha&#8221; e seguia at\u00e9 Juquitiba, e S\u00e3o Louren\u00e7o se caracterizava como local de ruas de terra cheias de carros de bois, tropas e tropeiros, em busca de descanso e mantimentos para prosseguir suas viagens.<br \/>\nA partir de 1900, o bairro recebeu novos habitantes, se desenvolveu e estabeleceu uma atividade comercial pr\u00f3pria. O resultado dessa expans\u00e3o territorial do desenvolvimento econ\u00f4mico, com a explora\u00e7\u00e3o de metais e outras atividades, foi a cria\u00e7\u00e3o do distrito de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra em 30 de dezembro de 1953, do munic\u00edpio de Itapecerica da Serra, com territ\u00f3rio desmembrado do distrito-sede e dos distritos de Embu-Gua\u00e7u e Juquitiba. Apenas em 30 de dezembro de 1991 adquiriu autonomia pol\u00edtica\u00ad\/administrativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o Administrativa<\/strong><br \/>\nDistrito criado com a denomina\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra ex-povoado, pela lei estadual n\u00ba 2456, de 30-12-1953, com terras desmembrada do distrito sede do munic\u00edpio de Itapecerica da Serra e dos distritos de Embu Gua\u00e7u e Juquitiba, subordinado ao munic\u00edpio de Itapecerica da Serra.<br \/>\nNo quadro fixado para vigorar no per\u00edodo de 1954-1958, o distrito de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra figura no munic\u00edpio de Itapecerica da Serra.<br \/>\nEm divis\u00e3o territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra permanece no munic\u00edpio de Itapecerica da Serra.<br \/>\nAssim permanecendo em divis\u00e3o territorial datada de 18-VIII-1988.<br \/>\nElevado \u00e0 categoria de munic\u00edpio com a denomina\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra, pela lei estadual n\u00ba 7664, de 30-12-1991, desmembrado de Itapecerica da Serra. Sede no antigo distrito de S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra. Constitu\u00eddo do distrito sede. Instalado em 01-01\u00ad1993.<br \/>\nEm divis\u00e3o territorial datada de 1-VI-1995, o munic\u00edpio \u00e9 constitu\u00eddo do distrito sede.<br \/>\nAssim permanecendo em divis\u00e3o territorial datada de 14-V-2001. -_-_-_-_-<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte: <a href=\"http:\/\/cod.ibge.gov.br\/VV2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">IBGE<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra &#8211; segundo o WikiPedia S\u00e3o Louren\u00e7o da Serra \u00e9 um munic\u00edpio do estado de S\u00e3o Paulo, na Microrregi\u00e3o de Itapecerica da Serra, Zona Sudoeste da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo e ao Vale do Ribeira.[6] A popula\u00e7\u00e3o estimada em 2016 era de 18.852 habitantes e a \u00e1rea \u00e9 de 187 km\u00b2, &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/13"}],"collection":[{"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/13\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/saolourencodaserra.sp.gov.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}